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Geral Espírito Santo

Eletiva leva ensino para além da sala de aula em Escola de Laranja da Terra

As ações estão sendo desenvolvidas por meio da Eletiva “Minha sala não tem paredes”.

23/06/2022 às 12h26
Por: Redação Fonte: Secom Espírito Santo
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Foto: Reprodução/Secom Espírito Santo
Foto: Reprodução/Secom Espírito Santo

A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio (EEEFM) Luiz Jouffroy, localizada em Laranja da Terra desenvolve com as turmas do Ensino Médio a disciplina Eletiva “Minha sala não tem paredes”, que promove aulas de campo a partir das temáticas do currículo.

As aulas contam com uma abordagem prática, em que o aluno consegue aproximar o conhecimento teórico ao cotidiano, por meio da observação e análise do espaço de vivência. As aulas buscam construir e aplicar conceitos das várias áreas do conhecimento para a compreensão de fenômenos naturais, processos histórico-geográficos, produção tecnológica e manifestações artísticas da comunidade local.

“As aulas proporcionaram novas possibilidades de aprendizagem, uma vez que o aluno reconhece diversos fenômenos naturais de maneira concreta, unindo teoria e prática. Essa aproximação do conteúdo com o meio que os cercam, leva os alunos a pensar criticamente sobre diversas relações humanas e ambientais, o que favorece a construção do conhecimento”, ressaltou a professora Isabelly Theresa Covre Duque.

As aulas foram realizadas em diversos pontos do município de Laranja da Terra, como: mata ciliar do Rio Guandu, estação de tratamento de água e esgoto, a rua comercial – para análise da transformação da paisagem –, Central Hidrelétrica no distrito de São Luiz e sítio de agricultura orgânica. Além disso, algumas aulas foram realizadas fora do município, como uma visita ao Museu Melo Leitão, em Santa Teresa, e uma visita ao Projeto Tamar, em Vitória, onde os alunos puderam ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade do Espírito Santo.

“Muito mais do que aulas de campo, nossa eletiva foi libertadora em diversos aspectos, e ultrapassou aquela barreira que tínhamos quando só havia apenas um lápis e um papel para criar. Durante quase seis meses, enquanto os pássaros cantavam ao nosso redor, nossas mentes trabalhavam e no final do nosso semestre, todos já sabiam que, fomos muito mais do que alunos durantes essas aulas, fomos protagonistas de nossos próprios destinos”, disse a estudante Mariana Jarske Navarro.

Informações à Imprensa:

Assessoria de Comunicação da Sedu

Mirela Marcarini / Geiza Ardiçon / Soraia Camata

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